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GABRIELA MANZINI
da Folha Online
Após oito meses de reforma, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) participou, no domingo, da inauguração de áreas do Parque Ecológico do Tietê, que fica às margens da rodovia Ayrton Senna, na zona leste da capital.
A reabertura do complexo aquático foi o maior atrativo do evento, recebendo a visita de 2.000 pessoas --o dobro da capacidade máxima estabelecida. As piscinas estavam fechadas havia alguns anos, desde que foram alvo de vandalismo.
Além disso, o projeto também incluiu, entre outras melhorias, novos bebedouros, calçadas para os pedestres, brinquedos para uma área de lazer infantil e mesas de jogos feitas em concreto.
Entretanto, a repavimentação da trilha que circunda a área do parque recebeu críticas. "Mais de um quilômetro ficou sem o revestimento de bica graduada", disse Anacleto Pereira, presidente da Assuapet (Associação dos Usuários e Amigos do Parque Ecológico do Tietê), que acompanhou o andamento das obras.
O material usado para revestir a trilha é composto por pedras de diferentes tamanhos e consegue conservar o poder do solo de absorver a água da chuva, já que trata-se de uma área é de preservação ambiental. A associação também critica a falta de lixeiras e marcas de quilometragem ao longo da trilha.
Aparentemente alheio às reivindicações, durante o evento, o próprio governador criticou a quantidade de lixo que havia em um gramado do parque. "Precisamos ter lixeira a cada cem metros, para que estejam pertinho das pessoas", afirmou.
Segundo a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes, o projeto é resultado de uma parceria estabelecida entre o governo do Estado e o Banco Santander. A reforma custou R$ 2,46 milhões.
Com Folha de S.Paulo |