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Governador Geraldo
Alckmin apresenta medidas
de combate às enchentes na Região Metropolitana
de
São Paulo.
Foto: Gilberto Marques |
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Evento aconteceu no
Palácio dos Bandeirantes.
Foto: Gilberto Marques |
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Secretário Edson
Giriboni
(Saneamento e
Recursos Hídricos) e o governador
Geraldo Alckmin, durante apresentação.
Foto: Gilberto Marques |
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Governador concede
entrevista coletiva
após o evento.
Foto: Gilberto Marques |
O governador
Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 4, um novo
conjunto de medidas de combate às enchentes na Região
Metropolitana de São Paulo. Entre as novas medidas estão a
construção de diques nos pontos mais baixos da Marginal
Tietê, cinco novos piscinões e a canalização do Rio
Baquirivu, em Garulhos.
"Nós tínhamos anunciado anteriormente investimentos para
combate a enchente só aqui na Região Metropolitana de São
Paulo de R$ 285 milhões e com essas novas obras hoje são R$
273,5 milhões. Nós estamos falando de R$ 558 milhões
investidos em macrodrenagem, naquilo que há de mais
importante que são os dois grandes canais de drenagem na
cidade, Pinheiros e Tietê, e nos reservatórios espalhados
por toda a bacia do Alto Tietê, seja no Tamanduateí, seja no
Pirajussara e agora também no Baquirivu, que é Guarulhos",
afirmou o governador.
Os diques na Marginal Tietê deverão ser construídos próximo
às pontes Aricanduva, Vila Guilherme, Vila Maria e Limão,
com previsão de entrega das obras até o final deste ano.
Os cinco novos piscinões serão construídos nas regiões de
Garulhos, Mauá, São Bernardo do Campo e na Vila Prudente, na
capital. Na bacia do Rio Baquirivu, em Guarulhos, serão duas
obras, que juntas poderão reter quase um milhões de metros
cúbicos de água de chuva. Na capital, o piscinão Guamiranga
será construído na bacia do Alto Tamanduateí e terá
capacidade de armazenar 750 mil m³ de água.
Na Grande São Paulo, Mauá terá o piscinão Miranda d'Aviz.
Beneficiando a região da Avenida Castelo Branco e
redondezas, o reservatório pode reter até 100 mil m³. São
Bernardo do Campo terá uma obra de 40 mil m³.
Guarulhos também terá executado um projeto de canalização de
19 km do Rio Baquirivu, incluindo os estudos sociais para
reassentamento de famílias que estão em área de risco, bem
como as obras e serviços complementares necessários.?
Compromisso já assumidos
As novas obras de desassoreamento dos Rio Tietê deverão
retirar do leito 2,7 milhões de m³ de sedimentos, dos quais
2,1 milhões de m³ ainda em 2011. No Rio Pinheiros, serão
retirados 1,5 milhão de m³ de detritos ao longo de 25 km do
rio. Nesse caso, o leito deve se aprofundar em cerca de um
metro, aumentando a capacidade de vazão.
O canal existente na margem direita do Rio Tietê também será
desassoreado e terá as paredes revestidas de concreto com o
objetivo de estabilizar as margens, acabando com a erosão,
entre outras medidas. Ao mesmo tempo, serão construídos dois
piscinões ao lado do canal com capacidade para 900 mil m³.
Os obras vão beneficiar diretamente o centro de Guarulhos e
os bairros de Vila Augusta, Macedo, Gupouva, Tranquilidade,
Picanço, Vila Rio, Bela Vista, Cocaia, Monte Camelo, Vila
Barros, São Roque e Itapegica. Além disso, reduzirão o risco
de alagamento das marginais.
Mais dois piscinões também estão programados: o piscinão
Jaboticabal, com capacidade para reter 900 mil m³, próximo à
via Anchieta e o piscinão Olaria, próximo a Taboão da Serra,
orçado em R$ 27,6 milhões, já em obras e que deve ficar
pronto em novembro deste ano.
Medidas anteriores
Nos últimos anos, a maior intervenção no Rio Tietê foi feita
em 2006, último ano da gestão anterior de Geraldo Alckmin.
Neste ano foi entregue o aprofundamento médio de 2,5 metros
da calha do rio e alargamento do fundo de 28 metros para 46
metros. Desde 1995, foram implantados 30 piscinões pelo
Governo do Estado. Juntos, eles têm capacidade para reservar
5,6 milhões de metros cúbicos de água.
Do Portal do Governo do Estado
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